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"A vida tem caminhos estranhos, tortuosos às vezes difíceis: um simples gesto involuntário pode desencadear todo um processo. Sim, existir é incompreensível e excitante..." (Caio F. Abreu)

sábado, 12 de março de 2011

Jojô e Zé...e o sono

Boa noite pessoas ! No post anterior, a mensagem para reflexão de hoje. Mas hoje precisava relatar o que me aconteceu no busão ontem, indo para o trabalho. Na realidade, diariamente poderia criar um texto sobre o que podemos observar nos "coletivos" recheados de gente, principalmente nas grandes cidades. É uma verdadeira "babel" e ambiente para psicólogos e sociólogos...hehehe !

Pois bem, ia eu em pé (para variar) agarrado ao cano gelado do busão, equilibrando-me numa das pernas só (porque a outra estava "travada" pelo vizinho do lado) e, sentada à minha frente, uma mulher de uns 30, 35 anos, conversando com uma colega que estava, como eu, desassentada. Só que a referida cidadã falava tão alto que, no meu ponto de vista, queria que todos os ocupantes do biarticulado escutassem sua história e lhe fossem solidários. Sim, solidários, porque a dita cuja discursava sobre sua vida pessoal...e, pasmem, sobre suas intimidades.

Foram longos 32 minutos até que eu descesse no ponto próximo do meu local de trabalho. E, neste espaço de tempo, fiquei sabendo o nome da passageira (Joana), seu estado civil, onde morava, onde trabalhava (em casa de família - secretária do lar), que o nome do seu "namorido" é José, e que o Zé bebe demais, e quando bebe o Zé, fica intolerante com a sonolência da nossa "amiga". É, sonolência, porque de dois em dois minutos ela dizia que gostava de dormir...e muito !

Falou de seus patrões, que quando viajam ela até dorme na casa da família...e quando dorme lá, dorme muito, e quase não "faxina" - porque não tem ninguém olhando mesmo - e não gosta que o Zé ligue para ela, porque aí o Zé vai querer ir para a "gandaia" e ela, mesmo trabalhando pouco, tem sono, e baladas só de mês em mês e olha lá...porque é muito melhor ficar tirando uma soneca de quatro, cinco horas, para depois levantar, tomar banho, comer e...ir dormir novamente...

Haja sono ! Deusolivre ! O pior é que até entendo o pobre do Zé, que na falta de companhia vai para o boteco e lá encontra solidariedade na garrafa de cana...hehehe ! E o pobre do Zé ainda quer mais - segundo o relato da nossa dorminhoca - ele quer, mesmo alcoolizado, fazer sexo...Hum rum ! Amorzinho, gostoso, embalado pela forte sensação de torpeza que os tragos lhe impuseram. Mas que nada, fica a ver navios, porque Jojô (é assim que o Zé carinhosamente lhe apelidou) prefere estar nos braços de Hypnos (é, porque Morfeu é o Deus dos sonhos)...afinal, segundo ela : sexo é bom, mas quando a gente tá a fim, e ultimamente não tô muito ligada no troço...

9 comentários:

Van disse...

haha texto engraçado.

a (des)graça do brasileiro exposta em um coletivo, se vê de tudo mesmo.
Pelo emnos Jojo deve ter contribuído pra encurtar a viagem de todos já que distraídos a viagem passa mais rápido rsrs

cá estou e conhecerei melhor seu blog com o tempo

Abraços!

Malu de Oliveira disse...

Fernando, eu dou muita gargalhada com essas histórias de ônibus. Eu as conheço bem... Quando vc relata eu me vejo ali dentro do ônibus vendo e escutando tudo. Quando eu andava de ônibus é mesmo assim. Gente,o povo perde a noção, faz do ônibus o sofá da sala de estar das suas casas. Também pudera, com esse trânsito louco das cidades acabamos passando mais tempo neles realmente.


Amigo, obrigada pelo comentário. Vc é uma luz para o meu blog.

Um abraço de urso pra vc.

Boa noite.

Luana Liarkeis disse...

rsrsrsrs""" tem muita gente sem noção nesse mundo!!!
rsrs as vezes eu me conporto um pouco parecido penso que o busão
é um canto qualquer da minha casa""

só vc mesmo !!!

http://osilenciodaspalavrass.blogspot.com/

Néia Lambert disse...

Santo Deus! caso você viajasse mais trinta minutos em companhia dessa passageira, certamente, teria material suficiente para escrever a Biografia de quatrocentas páginas da dita cuja, rsrs.

Um abraço

Cristina Lira disse...

Oi meu anjo!
Tudo bem por ai Nando?
Que relação complicada,rs..ou seria engraçada!?
curto muito uando vc posta aqui as Histórias de Busão,essas cronicas da vida! Muito legal!
Desculpe-me pela ausencia por aqui, mas to numa correria que só vendo, e pelo visto, como vc falou em um dos comentários, vc tbm anda assim ocupado...esta semana iniciei minha pós- graduação, juntando tudo isso...já viu né!

Tenha uma excelente semana meu amigo...xeroooos grande neste coração de ouro, fica na paz!

Marília Felix disse...

Nandoooooo!*o*
Fiquei tão feliz com sua volta lá nos meus devaneios! Eu já tava morrendo de saudade, rs. Em resposta disso, tive um imenso trabalho de procurar um presente a sua altura (e olhe que é bem alto, se voce vive com as estrelas heim? rsrs). Bom, espero que goste, é de coração! Olha lá viu? Xeroooooooooooooooooo.

P.S.: A Cris me deu o recado! =)

Márcinha Mendonça disse...

Amigooooo tem meme literário no meu blog pra ti espero que goste beijos

Pm Lancaster Vince disse...

Lembro com se fosse hoje que uma vez quando peguei um ônibus alguns adolescentes efeminados e espalhafatosos adentraram o recido num alvoroço devido um deles ter dito que vira no programa do ratinho que o prazer está no cu... Muitos outros assuntos relacionados a esse surgiram e fora a viajem todo falando sexo. Achei interessante e relatei isso no meu fotolog colocando para combinar um poema do genial português Antônio Butto que dizia:

Inédito

Nunca te foram ao cu
Nem nas perninhas, aposto!
Mas um homem como tu,
Lavadinho , todo nu, gosto!

Sem ter pentelho nenhum
com certeza, não desgosto,
Até gosto!
Mas... gosto mais de fedelhos.

Vou-lhes ao cu
Dou-lhes conselhos,
Enfim... gosto!

.

beijos!

Pm Lancaster Vince disse...

Lembro com se fosse hoje que uma vez quando peguei um ônibus alguns adolescentes efeminados e espalhafatosos adentraram o recido num alvoroço devido um deles ter dito que vira no programa do ratinho que o prazer está no cu... Muitos outros assuntos relacionados a esse surgiram e fora a viajem todo falando sexo. Achei interessante e relatei isso no meu fotolog colocando para combinar um poema do genial português Antônio Butto que dizia:

Inédito

Nunca te foram ao cu
Nem nas perninhas, aposto!
Mas um homem como tu,
Lavadinho , todo nu, gosto!

Sem ter pentelho nenhum
com certeza, não desgosto,
Até gosto!
Mas... gosto mais de fedelhos.

Vou-lhes ao cu
Dou-lhes conselhos,
Enfim... gosto!

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beijos!

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