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"A vida tem caminhos estranhos, tortuosos às vezes difíceis: um simples gesto involuntário pode desencadear todo um processo. Sim, existir é incompreensível e excitante..." (Caio F. Abreu)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Um conforto espiritual para Aninha

A postagem abaixo, contando uma história vivida com Vô Laércio, estava "programada" e foi publicada. Só que ontem, ao abrir meu Orkut, havia o número de telefone atual e um recado de minha querida amiga ANA PAULA que, infelizmente, informava a perda de seu filho ARTUR no oitavo mês de gestação...Humpft...Ela acabou tendo complicações também, mas agora está em casa recuperando-se, tentando aplacar sua dor e todas as lembranças, com o carinho dos amigos e parentes...força ANINHA, fé...muito te falei ao telefone, mas as respostas todas estão dentro de ti...Um beijo, e uma mensagem do espírito de luz MEIMEI...

Acontecimentos calamitosos te impeliram  a vacilar nos fundamentos da fé, ainda insegura... Esquece, porém, os  fatos amargos e adianta-te na jornada  para diante, valorizando os recursos espirituais de que dispões, recordando que o Céu continua alentando a última planta das últimas faixas do deserto e revigorando o verme da mais oculta reentrância de abismo.
 
Seja qual o tipo de provação que te incline ao desalento, vence o torpor da tristeza e segue para a vanguarda de tuas próprias aspirações. Da imensidão da noite, nascerá sempre o fulgor de um novo dia. Não te permitas qualquer parada nas sombras da inércia. Trabalha e prossegue em frente, porque a bênção de Deus te espera em cada alvorecer.

3 comentários:

ROSINHA disse...

É dose o que aconteceu à tua amiga...Força e muito carinho para ela*

Néia disse...

Oi Fernando...
Perdi um filho com oito dias, assim sei muito bem o que ela deve estar sentindo. E olha posso te dizer que não é nada fácil. É uma dor pro resto da vida, vai mudando de cor, de intensidade, de direção, mas está lá, sabemos que está lá. O que eu diria a ela, se ela estivesse me escutando é que Deus tem seus propósitos para nós e que agora tudo pode até parecer injusto, e até é, mas com o tempo aprendemos que Deus nos dá exatamente o que conseguimos carregar, embora às vezes achamos que não.Tenha paciência que dias melhores virão e realmente não há nada neste hora que conforte uma mãe que perdeu um filho.
Dê beijos nela Fernando e o meu carinho, mesmo eu não conhecendo, sinto a sua dor.

Nadia Lis disse...

Fernando, concordo plenamente com ocomentário da amiga Néia , a dor se transforma em saudade, e essa saudade nos acompanha por toda a vida (perdi minha primeira filha à 36 anos atrás)
Não podemos fazer nada pra amenizar essa dor,(que hj dói absurdamente sem que possamos entender o pq q tem que ser assim)apenas deixar registrado o nosso sincero carinho e desejar seu pronto restabelecimento...
Um grande e afetuoso abraço a vcs...

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